Os cartazes sobre o coronavírus serão distribuídos a partir desta sexta-feira (13) pelo Conselho Estadual dos Direitos dos Refugiados, Migrantes e Apátridas do Paraná
Os cartazes sobre o coronavírus serão distribuídos a partir desta sexta-feira (13) pelo Conselho Estadual dos Direitos dos Refugiados, Migrantes e Apátridas do Paraná

A Secretaria de Estado da Justiça, Família e Trabalho vai entregar nesta sexta-feira (13) ao Centro de Informação para Migrantes, Refugiados e Apátridas do Paraná (Ceim-PR) cartazes educativos com informações e cuidados com o coronavírus traduzidos para cinco idiomas. O material estará disponível em crioulo haitiano (creóle), francês, inglês, espanhol e árabe.

O material informativo será distribuído em todo o Paraná pelo Conselho Estadual dos Direitos dos Refugiados, Migrantes e Apátridas do Paraná (Cerma) por meio dos representantes de instituições parceiras.

Os cartazes e flyers também serão distribuídos na Festa das Nações, no final de março, na praça Nossa Senhora da Salette, em Curitiba, pelo Rotary Clube.

O cartaz contém informações sobre o que é o coronavírus, quais os sintomas, como é transmitido e como se prevenir. Trata-se de informações importantes inclusive para ser disseminadas em empresas que têm estrangeiros em seus quadros de funcionários, estabelecimentos comerciais, escolas, clubes e outros locais frequentados por estrangeiros.

As entidades parceiras são a Universidade Federal do Paraná, Cáritas, Comunidade Nigeriana, Aldeias Infantis SOS Brasil, Conselho Regional de Serviço Social (Cress), Associação de Reflexão e Ação Social (Aras), Aldeias Infantis SOS-Brasil, Pastoral dos Migrantes, Conselho Regional de Psicologia do Paraná, entres outros.

ATENDIMENTOS – O Centro de Informação para Migrantes, Refugiados e Apátridas do Paraná registrou 7.600 atendimentos em 2019, de pessoas de 30 nacionalidades no último ano. “No Centro ajudamos de todas as maneiras, desde o cadastro na Agência do Trabalhador até a regularização documental. E agora com a chegada do coronavírus, a informação é essencial para evitar sua propagação. Como muitas vezes os migrantes e refugiados não entendem ainda a língua portuguesa, é importante disponibilizar em seus idiomas de origem”, diz o secretário Ney Leprevost.

 
Fonte: Agência de Notícias do Paraná

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