Sacos com terra retirada por presos na escavação de túnel para escapar do presídio regional de Pedro Juan Caballero, no Paraguai - Foto: Reprodução / Fiscalía Paraguay
Sacos com terra retirada por presos na escavação de túnel para escapar do presídio regional de Pedro Juan Caballero, no Paraguai - Foto: Reprodução / Fiscalía Paraguay

Autoridades paraguaias anunciaram nesta segunda-feira (20) que um segundo preso que havia fugido da Penitenciária de Pedro Juan Caballero foi recapturado.

O paraguaio Sabio Darío González Figueredo, que cumpria pena por roubo, estava escondido em uma casa no bairro de San Juan, próxima à penitenciária.

Horas antes, um fugitivo brasileiro foi recapturado pelo Departamento de Operações da Fronteira (DOF) em Ponta Porã, no Mato Grosso do Sul. De acordo com o DOF, ele tem 30 anos, é de Imperatriz (MA) e cumpria pena no presídio regional por tráfico de drogas há quatro anos.

Segundo o jornal paraguaio “ABC”, a polícia realizou uma série de buscas em diferentes bairros de Pedro Juan Caballero nesta segunda-feira à procura de fugitivos, mas apenas González Figueredo foi encontrado.

Fuga

A fuga aconteceu no domingo, quando 76 presos escaparam por um túnel, ainda de madrugada. Destes, 40 são brasileiros e 36 são paraguaios e, segundo o ministério da Justiça do Paraguai, eles são integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC).

Na lista de foragidos divulgada pelo Ministério da Justiça do Paraguai estão o brasileiro Timóteo Ferreira, apontado como líder da facção dentro do presídio. Também estão seis supostos integrantes do grupo de matadores de aluguel “Minotauro”, ligado ao narcotráfico. Eles atuam na fronteira e na semana passada buscavam deixar a prisão com uma ordem judicial.

Ainda no domingo, a ministra da Justiça, Cecilia Perez, afirmou que sua pasta denunciou ao Ministério Público um suposto plano de fuga e pagamento de 80 mil dólares (mais de R$ 330 mil) por parte de integrantes da facção criminosa para os funcionários da prisão regional de Pedro Juan Caballero, de acordo com o jornal “La Nación”.

Fonte: G1

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