O dinheiro manda e desmanda Tornando-se o senhor das almas Enganosa é a propaganda De que o interno tenha calma
O dinheiro manda e desmanda Tornando-se o senhor das almas Enganosa é a propaganda De que o interno tenha calma

Mundo de aparências
Nos olhares só vejo o cifrão
Triste é o estado das consciências
Cadê os verdadeiros irmãos?

O dinheiro manda e desmanda
Tornando-se o senhor das almas
Enganosa é a propaganda
De que o interno tenha calma

Por fora a vestimenta
É a soberba e a arrogância
Não existe mais a pureza
Nem no olhar das crianças

Todos agem com má intenção
Visando o próprio umbigo
Congelado está o coração
Só vemos pedras no caminho

Que tal trocar a veste suja
Limpando o interno
Tornar-se alma pura
E aquecer este inverno?

Revista-se da plena paz
Mansidão e sabedoria
Luz da vida que compraz
Serenidade infinda

Compreensão e harmonia
Justiça e dignidade
Vestes limpas de alegria
Sensatez e liberdade

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