Toda consciência deve ser inteligente e usar sua liberdade conscientemente, ou seja, não usar da liberdade que tem para cometer mal contra si mesma, mas deve usar do poder do raciocínio para ver as coisas antes mesmo de elas acontecerem, pois tudo nos é lícito, mas nem tudo nos convém.
Toda consciência deve ser inteligente e usar sua liberdade conscientemente, ou seja, não usar da liberdade que tem para cometer mal contra si mesma, mas deve usar do poder do raciocínio para ver as coisas antes mesmo de elas acontecerem, pois tudo nos é lícito, mas nem tudo nos convém.

Para falarmos da liberdade e da libertinagem, primeiro devemos buscar o significado destas palavras. Liberdade é a condição do ser que age consoante ou conforme as leis da sua natureza. É a capacidade própria de escolher a forma autônoma, segundo o que motiva a sua consciência. É o estado de quem não está preso a nada. É o direito de professar opiniões que julga verdadeira, é a ausência de restrições.

Agora o significado de libertinagem é próprio do ser devasso, desregrado, libertino. Que leva uma vida imoral, dissoluta, desumana, cruel, depravada. Que não tem regras, desordenado, descomedido, demasiado, descontrolado, disparatado.

A liberdade consciente consiste em uma consciência fazer o que ela quiser desde que ela saiba de fato o que está fazendo. A ética moral nos ensina como devemos nos portar dentro de uma sociedade, e não podemos confundir liberdade com libertinagem.

O livre arbítrio é o direito de agir sem coerção, repressão, o impedimento segundo a sua vontade, desde que, dentro dos limites da lei. O direito nos ensina a não ultrapassar a liberdade de outrem. Quando uma consciência fere, de alguma forma a liberdade de outra, ela não é consciente do que está fazendo e é para isso que serve a lei, para corrigir estas imperfeições. Mas quando alguém é consciente do que está fazendo, está livre da lei.

Toda consciência deve ser inteligente e usar sua liberdade conscientemente, ou seja, não usar da liberdade que tem para cometer mal contra si mesma, mas deve usar do poder do raciocínio para ver as coisas antes mesmo de elas acontecerem, pois tudo nos é lícito, mas nem tudo nos convém.

O ser humano é o único que se difere dos outros animais, justamente por produzir a consciência e é esta consciência que tem o órgão do raciocínio, sendo assim, podemos ter ações racionais, e sempre agirmos com coerência e sabedoria. Temos o poder de distinguir e avaliar todas as coisas, tanto para não prejudicar a nós mesmos e como as outras consciências.

 

 

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