Contemplar é uma virtude, analisar é outra, quem possui estas duas virtudes se torna um sábio. Nesta vida nós não podemos ser nem muito ingênuo e nem muito esperto, mas devemos dosar o nosso comportamento, não podemos andar de salto alto e nem com os pés no chão, mas devemos usar a sandália da humildade, devemos ser discretos, e não querermos ser o centro das atenções.
Contemplar é uma virtude, analisar é outra, quem possui estas duas virtudes se torna um sábio. Nesta vida nós não podemos ser nem muito ingênuo e nem muito esperto, mas devemos dosar o nosso comportamento, não podemos andar de salto alto e nem com os pés no chão, mas devemos usar a sandália da humildade, devemos ser discretos, e não querermos ser o centro das atenções.

Comportamento é a maneira de se comportar, as atitudes, o procedimento. Na psicologia, o comportamento é a reação de um indivíduo perante a uma situação. É também o padrão estável de uma pessoa. A psicologia é uma área que se dedica em estudar o comportamento humano. O comportamento é um termo que caracteriza a reação dos indivíduos. Sempre há um estímulo que caracteriza o comportamento de cada consciência e quando muda este estímulo, muda também o seu comportamento.

O interesse, a atração sexual, a maneira que as pessoas querem as coisas, tudo isto pode mudar o comportamento de uma consciência. Até a falsidade, muitas vezes muda o comportamento de uma pessoa, para ela obter o que quer, isto é, uma pessoa pode se comportar de uma maneira, mas a personalidade dela é outra. A consciência tem o poder de camuflar sua personalidade e dentro disso a consciência se torna falsa, pois fala uma coisa, mas diz outra pelos seus atos e comportamentos.

Contemplar é uma virtude, analisar é outra, quem possui estas duas virtudes se torna um sábio. Nesta vida nós não podemos ser nem muito ingênuo e nem muito esperto, mas devemos dosar o nosso comportamento, não podemos andar de salto alto e nem com os pés no chão, mas devemos usar a sandália da humildade, devemos ser discretos, e não querermos ser o centro das atenções.

Temos que ser inteligentes para medirmos as palavras a cada lugar que vamos, temos que distinguir cada momento, cada cenário. Temos que nos manter em silêncio até a hora da nossa fala, senão, corremos o risco de falarmos o que não se deve. Quem nunca se viu repetindo um comportamento que havia prometido não ter nunca mais? Ou fazendo coisas que prejudicasse a si mesmo, por mais irracional que seja a ação? Quantas vezes você já usou palavras fora do contexto?

Contemplar cada situação é uma virtude para podermos fazer juízo. Não faça julgamento antes de conhecer a causa, ou antes de ser requisitado. A nossa opinião só terá valor quando pedida, pois fora de hora, perderemos o crédito. É muito mais sábio ouvir, a que falar, porque quem fala precisa saber o que está falando, mas quem fala sem pensar não tem como analisar. É tolice falarmos do que não sabemos, pois assim nada edificaremos. A sabedoria nos dá um grande prazer, assim como o ouro, mas a excelência da sabedoria nos dá vida e produz excelentes frutos em nossa consciência.

Nós devemos aproveitar o nosso tempo buscando sabedoria, devemos deixar o orgulho de lado, vermos o que serve e o que não serve a nossa consciência, e aquilo que está nos machucando não devemos ter medo de jogar fora. Devemos deixar as coisas acontecerem naturalmente e nunca força-las. Temos que ser cientes e fazer sempre a nossa parte e não ficar esperando que os outros façam por nós.

 

 

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